
Quem sou eu
- Louquímicos
- Técnico em Agrimensura, Licenciado em Química Pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia(UESB), especializado em Ensino de Química pela UnB-Brasília, Especializado em Metodologia do ensino Superior pela FACE-Valença-BA e Mestre em Química Analítica pela UESB. É professor de Química e Matemática na rede estadual e particular na cidade de Jaguaquara no Estado da Bahia.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
II Semana de Iniciação Científica do Colégio Taylor-Egídio 2010



domingo, 17 de abril de 2011
A crise e o clima
domingo, 10 de abril de 2011
Linus Pauling - O mais versátil dos mestres
História da Química
PLANTAS MEDICINAIS UTILIZADAS NO POVOADO ALTO DA SERRA, JAGUAQUARA-BA
FIGURA 1. Realização de pesquisa no Povoado do Alto da Serra, Jaguaquara-BA DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
O maior número de plantas medicinais indicadas no Povoado do Alto da Serra foi para sintomas do sistema respiratório. Muito provavelmente devido às baixas temperaturas e condições das residências construídas ainda em adobe e com piso de cimento queimado. Em seguida, encontram-se as doenças relativas ao sistema intestinal, como diarréia e helmintíases onde a ausência de tratamento de água usada para fins diversos na comunidade pode explicar este resultado. Gráfico da figura 2) Na diversidade empregada destaca-se a erva cidreira (Lippia Alba N. E. Brown) (35,0%), capim-santo (Cymbopogan citratus) (15,0%), seguidos da erva-doce (Pimpinella anisum) (13,0%), puejo (Mentha pulegium) (10,0%), folhas de laranja (Citrus aurantium L.) (9,0%), hortelã miúdo (Mentha piperita) (9,0%) e boldo (Plectranthus barbatus) (9,0%).
FIGURA 2. Percentual de espécies citadas por grupo de doenças no Povoado do Alto da Serra, Jaguaquara-BA
CONCLUSÃO
Os resultados obtidos neste trabalho mostram que mesmo com o avanço da indústria farmacêutica e maior facilidade de acesso a médicos, essa população não deixou de lado a tradição e a sabedoria de seus antepassados e incorporaram a ele mais conhecimentos adquiridos através dos meios de comunicação. A utilização de plantas medicinais pela população do Povoado do Alto da Serra é muitas vezes empregada devido à baixa renda da maioria dos moradores ou a dificuldade de acesso a sede do município.
REFERÊNCIAS
1- VEIGA JUNIOR, V. F., PINTO, A. C.; Plantas Medicinais: Cura segura?; Química Nova, vol.28, Nº 3, p. 519-528, 2005.
2- MACIEL, M. A. M., PINTO, A. C., VEIGA JUNIOR, V. F., Plantas Medicinais: A necessidade de estudos multidisciplinares: Química Nova, Vol.25, Nº 3, p. 429-438; 2002.
AGRADECIMENTOS
Aos moradores do Povoado Alto da Serra
sábado, 9 de abril de 2011
SINOPSE DE LIVROS INDICADOS PARA LEITURA
Será que podemos explicar o fracasso da campanha de Napoleão na Rússia, em 1812, por algo tão insignificante quanto um botão? Com estilo cativante, temperado por diversas histórias curiosas, os autores fazem uma fascinante análise de 17 grupos de moléculas que - como o estanho dos botões dos uniformes do exército napoleônico que se desintegrou.
Depois de buscar a chave da Tabela Periódica dos elementos químicos, Dmitri Mendeleiev caiu adormecido sobre sua mesa de trabalho. O sonho que teve - anunciando a solução do problema - iria mudar radicalmente a maneira como vemos o mundo. Este livro, cujo tema gira em torno deste sonho, conta a história da química desde os gregos, passando pela alquimia até a fissão do átomo..
A vida de Oliver Sacks é marcada por uma curiosidade fora do comum. Em "Tio Tungstênio", ele relembra sua infância, impregnada de recordações sobre o comportamento misterioso dos materiais. Desconfiando de que existiam leis e fenômenos escondidos por trás do mundo visível, o jovem Oliver se perguntava: "Como o carvão podia ser feito da mesma matéria que o diamante? Do que eram feitos o Sol e as estrelas?". Cada etapa de suas descobertas sobre a luz, o calor, a eletricidade, a fotografia, o átomo, os raios X e a radioatividade é relembrada para conduzir o leitor pela história da química, apresentando as pesquisas e inovações de nomes como Lavoisier, Mendeleiev, Marie Curie, Robert Boyle e Niels Bohr, entre outros. A escrita envolvente de Sacks aproxima poesia e ciência por meio de recordações que são, a um só tempo, investigações intelectuais e episódios de amadurecimento afetivo.





