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Técnico em Agrimensura, Licenciado em Química Pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia(UESB), especializado em Ensino de Química pela UnB-Brasília, Especializado em Metodologia do ensino Superior pela FACE-Valença-BA e Mestre em Química Analítica pela UESB. É professor de Química e Matemática na rede estadual e particular na cidade de Jaguaquara no Estado da Bahia.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A QUÍMICA SEGUNDO EDUCANDOS DO ENSINO MÉDIO EM JAGUAQUARA-BAHIA

ALEX JOSÉ RAMOS DOS SANTOS1(EM)
alexramos.ramos@bol.com.br

1-Especialista em Ensino de Química pela UNB-DF , leciona Química no Colégio Taylor-Egídio e Pio XII na cidade de Jaguaquara-Bahia, é também mestrando em Química Analítica pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia- (UESB).



1- INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA

É de consenso que a aprendizagem de Química no Ensino Médio, na maioria das escolas, não tem sido satisfatória nos últimos anos. O conhecimento de Química deve ter uma finalidade no próprio ato da aprendizagem, que possa servir como instrumento transformador da sociedade. A insatisfação no estudo/aprendizado de Química na cidade de Jaguaquara - Bahia foi instrumento motivador desta pesquisa.

2- OBJETIVOS:

2.1- GERAL

Analisar a importância do estudo de Química como formadora de cidadãos críticos e transformadores
da sociedade.

2.2- ESPECÍFICOS

-Compreender como os alunos do Ensino Médio percebem a presença da Química no seu cotidiano;
-Observar a interferência do conhecimento químico desenvolvido no Ensino Médio.

3- METODOLOGIA

Foi utilizado um questionário com 10 questões subjetivas respondidas por 60 educandos da terceira série do Ensino Médio das principais escolas do município de Jaguaquara no Estado da Bahia, entre Setembro e Outubro de 2007. Foram escolhidos estes alunos por já possuírem uma maior experiência quanto ao estudo/aprendizado de Química. Sendo, portanto uma pesquisa quantitativa.

4- RESULTADOS E DISCUSSÃO


43% veem a Química como Ciência que estuda as substâncias e suas constituições.
74% acham que a Química é fundamental na compreensão do mundo.
56% consideram as escolas sem estrutura para aulas práticas.
88% não compreendem a Química por falta de experimentação.
39% consideram separação de misturas como o conteúdo melhor relacionado com o cotidiano.
65% conseguem relacionar os conhecimentos aprendidos com o cotidiano.

5- CONCLUSÂO

Com o objetivo de contribuir com uma nova postura frente aos educandos sobre o conhecimento da Química e visando a percepção de uma aprendizagem que possa ser utilizada no seu dia-a-dia como instrumento transformador de uma sociedade desigual e seletiva, torna-se necessário uma reflexão quanto aos estilos de aulas ministradas em nossas escolas, priorizando a contextualização e a experimentação dos conteúdos estudados.

6- REFERÊNCIAS



CHASSOT, A.;Sete escritos sobre educação e ciência. Ed.Cortez; Perdizes-S.P.,2008.

SANTOS,W.L.P.;SCHNETZLER,R.P. Educação em química, compromisso com a cidadania.Ed.Unijuí; Ijuí-RS, 2003.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Fabricação de geleia no Pio XII

A higienização é fundamental para obter-se um produto de qualidade.



Educandos do Curso Técnico em agroindústria fabricando geleia de goiaba e manga.



sábado, 12 de fevereiro de 2011


Toda matéria conhecida - gás, líquido e sólido - é composta de elementos químicos ou de compostos fabricados a partir destes elementos. A compreensão humana sobre a natureza é baseada em nosso conhecimento da química. Na verdade, todos os processos da vida são controlados por reações químicas, ou seja, a bioquímica.
A União Internacional da Química Pura e Aplicada (IUPAC) e a UNESCO acreditam firmemente que é hora de celebrar as realizações da química e suas contribuições pra o bem-estar da humanidade.
Por isso 2011, é aclamado como Ano Internacional da Química.
Durante todo Ano Internacional da Química serão planejadas atividades, tais como:
a) Potencializar o reconhecimento da química como ciência indispensável para a sustentabilidade de todos os processos vitais da atualidade.
b) Aumentar o interesse dos jovens pela química.
c) Gerar entusiasmo para o futuro criativo da química.
d) Comemorar o 100º aniversário do Prémio Nobel de Marie Sklodowska Curie, e o 100º aniversário da Fundação da Associação Internacional das Sociedades Químicas.
O Ano Internacional da Química - 2011, tem a finalidade de:
* Melhorar a compreensão e a valorização da química pelo público.
*Reforçar a cooperação internacional, servindo como ponto focal ou fonte de informação para as atividades das siciedades químicas nacionais, instituições de ensino de química, indústrias químicas, organizações governamentais e não-governamentais que se ocupam dos fenômenos químicos.
*Promover o importante papel da química como fonte de contribuição nas soluções para os desafios globais.
*Intensificar o interesse e a mobilização dos jovens em termo das disciplinas científicas, especialmente aquelas que são desenvolvidas atavés do método científico, por análise, por hipótese, por experimentação e conclusões.

Datas comemorativas Ecológicas

22/03 - Dia Internacional da água
15/04 - Dia da conservação do solo
22/04 - Dia da Terra
05/06 - Dia Mundial do Meio ambiente e da Ecológia
17/07 - Dia das Florestas
05/09 - Dia da Amazônia
21/09 - Dia da árvore
04/10 - Dia dos animais
05/10 - Dia das aves

Aula prática no curso Técnico em Agroindústria do Colégio Estadual Pio XII - Jaguaquara-BA.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Avaliação da concentração de metais tóxicos em áreas produtoras de alface (Lactuca sativa) no município de Jaguaquara-Ba.


Alex José Ramos dos Santos1* (PG), José Soares dos Santos1(PQ)
1-Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia- UESB
alexramos.ramos@bol.com.br

Palavras Chave: Contaminação ambiental, elementos tóxicos, poluição

Resumo:
A contaminação de hortaliças com metais tóxicos devido ao solo contaminado constitui uma ameaça para a segurança e a qualidade da saúde humana (SHARMA, et al, 2008). Por isto, que o acúmulo de metais tóxicos no solo é de grande preocupação na produção agrícola devido a efeitos adversos sobre a qualidade dos produtos alimentares (ISLAM, et al, 2007). A bioacumulação de metais tóxicos nos produtos hortícolas são influenciados por uma série de fatores como o clima, deposição atmosférica, concentrações de metais no solo, a natureza do solo sobre o qual os produtos hortícolas são cultivados e o grau de maturidade das plantas no momento da colheita (SHARMA, et al, 2008).Existe também as fontes antropogênicas de metais que incluem a adição de adubos, biofertilizantes e pesticidas que podem afetar a absorção de metais, alterando as características físico-químicas do solo, como o pH, matéria orgânica e a biodisponibilidade dos metais no solo (SHARMA, et al, 2008). O presente trabalho teve o objetivo de avaliar a presença dos metais Cu, Zn, Cd, Cr, Fe, Ni e Pb em solos agrícolas e alface (Lactuca sativa) produzidos conforme a agricultura tecnológica e orgânica no município de Jaguaquara-Ba. As amostras das hortaliças foram submetidas à digestão ácida em forno de microondas e os teores de metais determinados por espectrometria de absorção atômica, com atomização por chamas (FAAS). A maior parte das amostras de solo apresentou baixos teores de metais tóxicos. Os dados obtidos com o extrator DTPA foram de pequenos valores caracterizando a baixa disponibilidade destes metais. Nas hortaliças, considerando-se os teores máximos permitidos pelo Ministério da Saúde do Brasil, os teores de Cu, Fe e Zn ultrapassam o limite considerado.

Referencias:

SHARMA, R. K., AGRAWAL, M., MARSHALL, F. M., Heavy metal (Cu, Zn, Cd and Pb) contamination of vegetables in urban India: A case study in Varanasi.; Environmental Pollution 154; 2008 p. 254 – 263.

ISLAM, E. U., YANG. X., HE Z., MAHMOOD, Q., Assessing potential dietary toxicity of heavy metals in selected vegetables and food crops.; Journal of .Zhejiang University Science B; 2007; 8 (1):1-13.

Aproveitamento de óleo de fritura para a fabricação de sabão.


Aproveitamento de óleo de fritura para a fabricação de sabão.

Alana Kaiser1(EM), Alex José Ramos dos Santos1 (FM), Amaray Júnior1 (EM), Gisele Caroline A. Sampaio1 (EM), Sara Daniele B. Ribeiro1 (EM).
1-Colégio Taylor Egídio- Jaguaquara - Ba
sara_dani_totosa @hotmail.com

Palavras Chave: Reaproveitamento, óleo de frituras, sabão

Resumo:

A habitual abordagem do ensino de Química, realizado freqüentemente mediante apresentação de conceitos, leis e fórmulas, normalmente distancia-se do mundo vivido pelos alunos e torna-se vazia de significado. Logo, a inclusão da experimentação no ensino de Química é de grande importância, pois além de demonstrar fenômenos palpáveis e de significados concretos, pode propiciar uma sólida construção do conhecimento pelo aluno e mostrar a relação interdisciplinar da Química com as demais ciências (SCHNETZLER et al; 1995). Com esta preocupação é que foi proposto pelo Colégio Taylor-Egídio, na cidade de Jaguaquara-Ba, a divisão dos educandos das três séries do Ensino Médio em grupos de 15, para a realização de um estudo mais aprofundado de determinadas situações do cotidiano, como a realização de experimentos de baixo custo e de fácil realização. Baseado nisto, foi proposto para a disciplina de Química o estudo da reutilização do óleo de fritura para a fabricação de sabão. O qual foi realizado utilizando-se óleo de soja, óleo de milho, óleo de girassol, óleo de canola e dendê. Optou-se pela fabricação do sabão com pH menor e próximo do neutro, atendendo portanto as exigências legais do mercado e que não causasse problemas a saúde. Os materiais usados nesse processo foram 4 L de óleo comestível usado nas residências dos próprios alunos, 2 L água, 1/2 copo de sabão em pó, 1 kg hidróxido de sódio (NaOH), 5 mL de óleo essencial. Após a solidificação do sabão realizou-se a medida do pH verificando-se que a receita citada produz um sabão que possui propriedades de limpeza, molhabilidade e espumantes satisfatórias porém com um pH acima do recomendado (pH 7). A partir deste trabalho os educandos passaram a compreender melhor os significados dos conhecimentos Químicos em sua vida cotidiana.

Referências

SCHNETZLER, R. P. e Aragão, R. M. R., Química Nova na Escola. 1995, 1.

VERANI, C.N,; GONÇALVES, D.R.; NASCIMENTO, M.G. Sabões e Detergentes. Química Nova na Escola. Nº 12, p.15-19. 2000.