PROGRAMA OBAQ 2011
01. Modelo Químico da Matéria
. Tipos de Matéria: substância e mistura;
. Processos de separação de misturas;
. Propriedades da matéria: físicas e químicas;
. Fenômenos físicos e químicos;
. Energia e o modelo químico da matéria: energia cinética e potencial;
. Medidas em Química: pressão, volume, massa, quantidade de matéria (mol)
02.Estrutura da Matéria
. Partículas formadoras da matéria: átomos, moléculas e íons;
. Partículas fundamentais do átomo: elétrons, prótons e nêutrons;
. Modelos Atômicos: dos gregos a Dalton; modelo de Thomson; modelo de Rutherford / Bohr; distribuição dos elétrons nas camadas segundo Bohr;
. Número atômico e Número de massa.
03. Tabela Periódica . O que é; lógica da construção; usos
. Propriedades dos elementos: tamanhos de átomos; propriedades metálicas.
04.Forças entre as partículas formadoras da matéria
. Ligações Químicas: definição; tipos . covalente, iônica, metálica;
. Ligação Covalente: compartilhamento de elétrons, Teoria de Lewis, eletronegatividade, ligações polares e apolares;
. Ligação Iônica: formação de íons e de sólidos iônicos: energias envolvidas;
. Ligação Metálica: teoria do .mar de elétrons.;
. Forças Intermoleculares: definição; tipos: dipolo.dipolo, dipolo instantâneo.dipolo induzido; polaridade de moléculas.
05. Forças Interpartículas e as Fases da Matéria
. Fase Sólida: características macroscópicas; fusão e sublimação; tipos de sólidos;
. Fase Líquida: características macroscópicas; vaporização e solidificação; pressão de vapor; viscosidade;
. Fase Gasosa: características macroscópicas; liquefação / condensação e sublimação; compressibilidade, expansibilidade e miscibilidade; teoria cinético.molecular da matéria e o modelo do gás ideal; leis dos gases ideais.
06.Forças Interpartículas e os Estados Dispersos da Matéria
. Soluções e Colóides: definição; características;
. Formação de Sistemas Dispersos: energias envolvidas;
. Concentração de Soluções: definição; soluções saturadas, insaturadas, concentradas e diluídas;
. Concentração de soluções: modos de expressar; cálculos;
. Sistemas coloidais: propriedades.
07.Reações Químicas
. Reação química e Equação química: definição
. Leis das combinações Químicas
. Estequiometria: massa molar; quantidade de matéria (mol); cálculos estequiométricos.
08. Ácidos e Bases
. Conceito ácido.base de Arrhenius
. Conceito ácido.base de Brönsted-Lowry
. Ácidos e Bases fortes e fracos
. pH e concentrações de ácidos e bases
. Tampão ácido-base
09.Sais e Óxidos
. Definição; Comportamento em água;
. Sabões e Detergentes: sais orgânicos.
10. Termoquímica
. Reações endotérmicas e exotérmicas;
. Calor de reação: formação, combustão, neutralização.
11. Cinética Química
. Velocidade de reação: definição;
. Energia de Ativação;
. Fatores que influem nas velocidades das reações.
12.Equilíbrio Químico
. Constante de equilíbrio;
. Princípio de Le Chatelier e os fatores que afetam o equilíbrio.
13.Eletroquímica
. Reações de oxirredução; Potenciais redução / oxidação;
. Pilhas;
. Eletrólise.
14.Compostos Orgânicos
Hidrocarbonetos: características gerais; nomenclatura IUPAC; ocorrências; propriedades; usos. Álcoois, éteres, aldeídos, cetonas, ácidos carboxílicos, ésteres, aminas, amidas . identificação; nomenclatura IUPAC; ocorrência; propriedades; usos
15.Carboidratos, Lipídios, Aminoácidos e Proteínas: identificação; propriedades; usos
16. Identificação de Reações Orgânicas: combustão, craqueamento, adição, eliminação, substituição, condensação, polimerização.
17. Aspectos gerais da química no contexto do meio ambiente: chuva ácida, camada de ozônio, efeito estufa, emissões de monóxido de carbono, poluição da água, tratamento da água.
18. Laboratório: Noções de segurança. Vidraria e seu emprego. Técnicas básicas de separação de substâncias. Eletrólise.
Quem sou eu
- Louquímicos
- Técnico em Agrimensura, Licenciado em Química Pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia(UESB), especializado em Ensino de Química pela UnB-Brasília, Especializado em Metodologia do ensino Superior pela FACE-Valença-BA e Mestre em Química Analítica pela UESB. É professor de Química e Matemática na rede estadual e particular na cidade de Jaguaquara no Estado da Bahia.
sábado, 9 de julho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
PLANO DE PESQUISA
Registra o planejamento da pesquisa, como ela será realizada e os objetivos a alcançar.
– Título: Deve expressar o conteúdo temático do trabalho.
– Apresentação: expor como se chegou a este tema, o motivo ou situação que gerou esta curiosidade ou problema a resolver.
–Objeto/problema da pesquisa:
Expor os motivos técnicos, detalhar o problema e o alcance do mesmo.
– Justificativa: Explicar a relevância do projeto e qual será a contribuição esperada. Referir o que há na literatura sobre este assunto, e porque precisa ser pesquisado.
– Hipóteses e objetivos: Detalhar a(s) hipótese(s) sobre a(s) qual(is) se fará a solução do problema. Detalhar os objetivos intrínsecos desta pesquisa, que demonstrarão a solução do problema.
–Contexto teórico: situar sua pesquisa dentro da(s) teoria(s) em que se está propondo a solução.
–Metodologia a ser usada:
• Fontes: em que se buscará o conhecimento para sustentar a pesquisa
• Procedimentos metodológicos e técnicos: detalhar as etapas de desenvolvimento técnico do projeto.
• Etapas do processo de investigação e resultado a serem obtidos.
Cronograma: Distribuir as etapas do projeto no tempo disponível.
–Bibliografia: Listar as referências de acordo com as normas técnicas pertinentes, os títulos, fontes, artigos consultados.
– Título: Deve expressar o conteúdo temático do trabalho.
– Apresentação: expor como se chegou a este tema, o motivo ou situação que gerou esta curiosidade ou problema a resolver.
–Objeto/problema da pesquisa:
Expor os motivos técnicos, detalhar o problema e o alcance do mesmo.
– Justificativa: Explicar a relevância do projeto e qual será a contribuição esperada. Referir o que há na literatura sobre este assunto, e porque precisa ser pesquisado.
– Hipóteses e objetivos: Detalhar a(s) hipótese(s) sobre a(s) qual(is) se fará a solução do problema. Detalhar os objetivos intrínsecos desta pesquisa, que demonstrarão a solução do problema.
–Contexto teórico: situar sua pesquisa dentro da(s) teoria(s) em que se está propondo a solução.
–Metodologia a ser usada:
• Fontes: em que se buscará o conhecimento para sustentar a pesquisa
• Procedimentos metodológicos e técnicos: detalhar as etapas de desenvolvimento técnico do projeto.
• Etapas do processo de investigação e resultado a serem obtidos.
Cronograma: Distribuir as etapas do projeto no tempo disponível.
–Bibliografia: Listar as referências de acordo com as normas técnicas pertinentes, os títulos, fontes, artigos consultados.
(SEVERINO, 2007)
segunda-feira, 30 de maio de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
Visita do 6º ano do Colégio Taylor-Egídio ao Bairro da Casca e ao Rio Casca


...e o Rio Casca pede socorro!
segunda-feira, 25 de abril de 2011
II Semana de Iniciação Científica do Colégio Taylor-Egídio 2010



A Iniciação Científica é um instrumento que permite introduzir os estudantes, potencialmente mais promissores, na pesquisa cientifica. É a possibilidade de colocar o aluno desde cedo em contato direto com a atividade científica e engajá-lo na pesquisa. Nesta perspectiva, a iniciação científica caracteriza-se como instrumento de apoio teórico e metodológico à realização de um projeto de pesquisa e constitui um canal adequado de auxílio para a formação de uma nova mentalidade no aluno. Em síntese, a iniciação científica pode ser definida como instrumento de formação. A iniciação científica é um dever da instituição e não uma atividade eventual ou esporádica. É um instrumento básico de formação, é fundamental compreender que a iniciação científica é uma atividade bem mais ampla que sua pura e simples realização.
domingo, 17 de abril de 2011
A crise e o clima
por Sérgio Abranches
Há mais conexões entre a crise financeira global e a mudança climática do que aparece nos jornais, além do fato de ambas serem fenômenos sistêmicos e complexos. Não dá para eliminar todas as incertezas, nem antecipar todos os efeitos colaterais de nenhuma das duas. O sistema econômico e o sistema climático globais interagem continuamente, não podem ser separados.
Dou um exemplo pouco comentado na imprensa. As empresas seguradoras viram suas perdas com eventos naturais extremos, só nos Estados Unidos, subirem de menos de US$ 30 bilhões, na década de 1980, para US$ 100 bilhões, no decênio 1995-2005. De repente, são atingidas pelas crises imobiliárias e financeiras. Elas já haviam incorporado, em parte, critérios de avaliação do risco climático e de eventos naturais extremos. Mas, diante dos prejuízos, já consideravam seus modelos de risco superados. Sairão da crise com muitas seqüelas e uma nova concepção de risco, muito mais criteriosa e completa, na qual o risco climático, o risco de eventos naturais extremos, e o “risco carbono” terão peso muito maior que agora. O setor de seguros vai liderar a revisão dos modelos de risco, que passarão a incorporar não apenas critérios mais adequados de mensuração dos riscos financeiros, mas também o risco climático e ambiental. Essa revisão dos modelos de risco tornará os setores voltados para a mitigação dos gases de efeito estufa e, principalmente, as tecnologias, atividades e empresas de baixo carbono muito mais atraentes aos investidores. Também serão as que pagarão os menores prêmios de seguro.
Essas conexões sistêmicas vincularão, cada vez mais, as avaliações de investimento e a valorização de ações e empresas à mudança climática. Perderão valor aquelas atividades de alto carbono e as que estejam sujeitas aos efeitos da mudança climática, principalmente aquelas submetidas à alta probabilidade de danos por eventos climáticos extremos, chuva ácida, desertificação, elevação do nível das águas. As empresas e os setores de alto carbono terão sua rentabilidade futura ameaçada por regulações ambientais e climáticas mais duras, pela fuga de consumidores para produtos de baixo carbono e pelo risco de tributação mais pesada.
A crise financeira pode produzir dois efeitos de curto prazo nas emissões de carbono, um positivo e outro negativo. Deve haver queda nos investimentos em tecnologias verdes e energias renováveis. O mercado de carbono está caindo também. Mas a desaceleração econômica, provavelmente recessão global, reduzirá as emissões de carbono e os investimentos em atividades de alto carbono. É bem provável que os investimentos “verdes” sejam os menos prejudicados pela crise.
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